Sábado, 04 de Julho de 2020

Mato Grosso

Sábado, 30 de Maio de 2020, 08h:14

BARRA DO GARÇAS

DENÚNCIA: Miliciano digital cria grupo fake no WhatsApp com o nome da Bronca popular

EDÉSIO ADORNO

Reprodução

Fake News

Nem mesmo a operação deflagrada pela Polícia Federal de combate as Fake News, por determinação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), foi o bastante para arrefecer os ânimos dos milicianos digitais. Prova disso é que um indivíduo usou o terminal telefônico (65) 9687.9207 para criar um grupo de conversas no Whatsapp em nome do site A Bronca Popular.  

O delinquente virtual autor do crime cibernético ainda teve a cara de pau de adicionar o blogueiro e advogado Edésio Adorno como administrador do grupo, além de também fazer uso indevido de sua imagem no perfil do grupo fake apelidado de #A bronc@ popul@r.

“Desconheço esse número de celular e não autorizei ninguém usar meu nome e nem do site A Bronca Popular para criar grupo de Whatsapp”, afirmou Edésio Adorno, destacando que o fato será levado ao conhecimento das autoridades.  

Até o momento do fechamento dessa matéria, o grupo fake já havia registrado 94 participantes, entre eles, o secretário de comunicação da prefeitura de Barra do Garças, o vice-governador Otaviano Pivetta, além de jornalistas e lideranças políticas locais e do Estado.  

“Agradeço a todos que aceitaram participar do grupo, mas em nome da verdade, fica o alerta, A Bronca Popular não tem a menor responsabilidade sobre a criação e administração do tal grupo”, ressalta Adorno, acrescentando que já denunciou ao Whatsapp a existência do grupo fake.

Por fim, um aviso: aqueles que pensam que Barra do Garças continua sendo um feudo gerido por coroneis e caciques da velha política, esqueçam. Os tempos mudaram e o sol da liberdade já surgiu no horizonte. "Nasci em Torixoréu em 1.962, fui criado entre Barra do Garças, Aragarças e Nova Xavantina. Conheço, portanto, de perto a história desta que é a minha terra natal. Nada vai nos intimidar, amedrontar ou esmorecer", concluiu Adorno. 

Grupo fake 2.JPG

 

    

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